terça-feira, 28 de abril de 2015

Estado reforça Rede Cegonha e reduz mortalidade fetal e óbitos infantis em Coroatá

O governo do Estado reduziu em 27,2% os óbitos fetais e em 50% os óbitos infantis na cidade de Coroatá, após intensificação e fortalecimento das ações da ‘Rede Cegonha’. A rede trabalha com a conscientização acerca da importância da realização do pré-natal para garantir a saúde da mãe e do bebê. Problemas de má formação, desnutrição fetal e doenças do coração são detectadas durante os exames do pré-natal e impedem a perda do bebê ou o falecimento da mãe. 
Equipes da Rede Cegonha atuamno Hospital Macrorregional de Coroatá Alexandre Mamede Trovão com o objetivo de qualificar a assistência pré-natal e ampliar os leitos de unidades neonatais e adequação da ambiência para a realização dos partos. O hospital é referência de alto risco para a região e recebe constantes ações do Departamento de Atenção a Saúde da Mulher da Secretaria de Estado da Saúde.  
Segundo o Sistema de Informação de Mortalidade (SIMWEB Federal), de janeiro a abril de ano passado, 11 mortes fetais foram registradas no Hospital Macrorregional de Coroatá Alexandre Mamede Trovão. No mesmo período deste ano, foram contabilizados três óbitos, uma redução de 27,2% no comparativo. Já no que diz respeito aos óbitos infantis, neste mesmo período do ano passado foram 12, já em 2015 esse número caiu pela metade, com o registro de apenas seis mortes infantis. 
De acordo com o secretário de Saúde, Marcos Pacheco, a redução no número de óbitos é fruto de uma política de saúde humanizada, voltada à assistência dos que mais precisam, em acordo com as diretrizes do governo Flávio Dino. “Precisamos fortalecer e consolidar a rede de atenção primária e medicina preventiva. A melhor forma de melhorarmos a assistência à saúde de nossa população, sobretudo de nossas crianças, é fortalecermos a assistência na atenção básica. Prevenir é bem melhor que remediar”, explicou.
Rede Cegonha
A Rede Cegonha é uma rede de cuidados estabelecida pelo governo federal, que assegura às mulheres o direito ao planejamento reprodutivo, a atenção humanizada à gravidez, parto, abortamento e puerpério. Com relação às crianças: direito ao nascimento seguro, crescimento e desenvolvimento saudável.
O principal objetivo é oferecer um novo modelo de atenção ao parto, nascimento e à saúde da criança com foco na redução da mortalidade materna e neonatal.

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