quinta-feira, 12 de novembro de 2015

Reestruturação do SUS garante economia anual de R$ 18 mi para a rede de saúde

Racionalização de custos, ampliação e melhoria da qualidade na prestação dos  serviços, transparência na gestão de contratos, inauguração de hospitais de grande porte. Esses são alguns dos resultados alcançados pela Secretaria Estadual de Saúde (SES) ao reestruturar o Sistema Único de Saúde (SUS), programa de atendimento universal da saúde no Brasil, que sofreu um processo de desmonte no Maranhão nos últimos anos.

Para melhorar o atendimento, ampliar a rede de oferta de leitos e reduzir os custos de operação, a atual gestão da Secretaria Estadual de Saúde investiu em critérios técnicos para a escolha das empresas de prestação de serviços, promovendo seletivo e criando a Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares (EMSERH).

Com a seleção pública para OSCIPS, o Governo do Estado, enxugou os gastos com serviços hospitalares. As empresas vencedoras passaram a trabalhar com um plano operativo cuja execução é acompanhada por uma comissão da SES, que avalia permanentemente o desempenho das atividades. Os repasses caíram de R$ 84 milhões anuais, para R$ 66 milhões entre maio de 2015 e maio de 2016.

Para o secretário de Saúde do Maranhão, Marcos Pacheco, resgatar os princípios do SUS é prioridade: ‘Nós vamos fortalecer os polos regionais para garantir atendimento em todas as regiões. Por exemplo, hoje 30% dos pacientes com câncer que são atendidos no Piauí são maranhenses. O Maranhão repassa R$ 7,2 milhões por ano para o Piauí. A inauguração do Hospital Regional de Caxias vai consolidar a oferta de atendimento de oncologia no Estado, economizar recursos e garantir que pacientes de 27 municípios daquela região tenham atendimento no próprio Estado.

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