quinta-feira, 19 de maio de 2016

Acusados de fraudes em licitações no município de Dom Pedro são presos

Ex-prefeita de Dom Pedro Pedro, Arlene volta a ser presa
Ex-prefeita de Dom Pedro Pedro, Arlene volta a ser presa
 
Uma operação da Polícia Civil, através da SECCOR, visando a prevenção e repressão à corrupção, Iniciada na manhã desta quinta-feira (19), em conjunto com o Ministério Público do Maranhão (MPMA), cumpriu mandados de prisão preventiva contra acusados de fraudes em licitações, por meio de empresas fictícias, com o objetivo de desviar verbas públicas no município de Dom Pedro.
 
Trata-se da 2° fase da “Operação Imperador”, que está cumprindo mandados de prisão de integrantes de uma organização criminosa que subtraiu recursos públicos pertencentes ao município de Dom Pedro. A equipe da Polícia Civil está realizando diligências para cumprir os demais mandados de prisão.
 
Membros do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) participaram das investigações, em conjunto com a Promotoria de Justiça de Dom Pedro, e estão acompanhando as diligências para o cumprimento das prisões preventivas de outros acusados pelo esquema de corrupção.
 
Ao invés de serem aplicados com fim social e serem utilizados na Educação, Saúde, Lazer, Cultura e Infraestrutura dos cidadãos de Dom Pedro, a organização criminosa fraudou licitações e desviou os recursos, praticando crimes de peculato, corrupção passiva e ativa, fraude em licitações, lavagem de dinheiro e organização criminosas, além de outras fraudes.
 
A operação demonstra a continuidade das investigações e o compromisso do governador Flávio Dino no combate à corrupção e agiotagem. Já foram presos Maria Arlene Barros Costa, Rodrigo Barros Amancio, Zacarias Neto Moreira Mesquita e Debora de O. Amaral.  A equipe da Polícia Civil está realizando diligências para cumprir os demais mandados de prisão.
 
Maria Arlene Barros Costa ex-prefeita de Dom Pedro gestão 2009 a 2012. Rodrigo Barros Amâncio, sobrinho de Maria Arlene, proprietário da empresa R B Amâncio, empresa de fachada usada por Eduardo DP para fraudas licitações em obras públicas e aluguéis de veículos. Débora de Oliveira Amaral, laranja de Gláucio Alencar na empresa de mesmo nome, forneceu de forma fraudulenta merenda escolar e medicamentos para a gestão Maria Arlene. Zacarias Neto, preso em Imperatriz, laranja de Eduardo DP em pelo menos três empresas de fachada que fraudaram licitações em obras públicas na gestão Maria Arlene. Gláucio Alencar, agiota que financiou campanha de Maria Arlene e foi beneficiado com licitações fraudadas para fornecer merenda, medicamentos e realizar obras públicas.
 
Eduardo DP continua foragido. Ele é filho de Maria Arlene e comandava a organização criminosa responsável pelo desvios de recursos públicos na gestão da ex-prefeita.
 
Jorge Vieira

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