quinta-feira, 13 de abril de 2017

Empresário tuntuense é impedido na bala de sair de estacionamento em São Luís


Daniel Meneses
O empresário tuntunense Daniel Meneses, radicado em São Luís, capital, há mais de 10 anos, passou pelo pior momento de sua vida na tarde da última terça-feira, dia 11. Segundo o empresário que contactou o blog para fazer a gravíssima denúncia, o fato aconteceu no Centro Elétrico, estabelecimento comercial localizado na avenida Daniel de La Touche, bairro Cohama, envolvendo um suposto segurança lotado nas suas dependências, ele havia estacionado o seu carro no pátio do devido comércio, mas que, momentaneamente, resolveu comprar na Potiguar, comércio concorrente, ao retornar e tentar sair com seu veículo foi surpreendido com a brutalidade do segurança.

Daniel foi 'agredido' com um disparo de arma de fogo, segundo ele, disparado pelo furioso segurança que estava revoltado com a atitude do empresário ter usado o estacionamento da empresa onde trabalha e ter ido comprar em outra.
O tiro atingiu uma das rodas de seu carro, ricocheteou e atingiu a coxa de uma cliente que estava nas proximidades do episódio. Daniel acionou a polícia imediatamente e depois registrou um boletim de ocorrência no plantão da delegacia do Cohatrac. Posteriormente, Daniel e a cliente atingida com o disparo fizeram exame de corpo de delito no Instituto Médico Legal (IML). "Vou entrar judicialmente contra a loja e contra o indivíduo", disse revoltado. 
  
Aconteceu ontem (12 de abril 2017) as 18hs no Centro Elétrico da Cohama. O Empresario do Ramo Imobiliário (Daniel Meneses) foi impedido de sair do estabelecimento (Centro Elétrico Cohama) porque estacionou, mas decidiu comprar na Potiguar (Bem ao lado). O segurança alvejou disparou um tiro contra o carro do cliente por ter tentado sair, o tiro ricocheteou e atingiu a coxa de uma outra cliente. A polícia foi chamada, foi registrado um Boletim de ocorrência no Plantão do Cohatrac. O Empresário e a outra cliente fizeram exame de corpo de delito ontem mesmo no IML "Vou entrar judicialmente contra a loja e contra o indivíduo", disse o cliente.

Deusimar Lobão

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