terça-feira, 10 de janeiro de 2017

Escâner corporal detecta 8 mulheres tentando entrar com drogas no Complexo Penitenciário São Luís

foto-1_divulgacao_seap_09012017-bodyscan-detecta-8-mulheres-tentando-entrar-com-drogas-no-complexo-penitenciario-sao-luis
(Foto: Clayton Monteles)
Oito mulheres foram presas, de sexta-feira (6) a domingo (8), quando tentavam entrar com maconha, escondida nas partes íntimas, no Complexo Penitenciário São Luís. A droga foi detectada após elas serem submetidas à revista no bodyscan (escâner corporal), um dos equipamentos de revista da Portaria Unificada. Desde que o Governo do Maranhão instalou o aparelho, em novembro de 2016, já chega a 20 o número de mulheres flagradas tentando entrar com objetos ilícitos em unidades prisionais do Complexo.

Na manhã de sexta-feira, por exemplo, quatro mulheres foram flagradas com trouxas de maconha introduzidas na vagina. Na ocasião, foram pegas em flagrante Marinilde Moreira, Inacia Dayane Piedade da Silva, Jorgeanne Luiza Miranda e Joseyldes Silva Barbosa, quando iriam visitar, respectivamente, seus companheiros, Paulo Roberto Ferreira Braga, Augusto Cesar Santos Filho, Gustavo Vieira Silva e Graciel Barros de Oliveira.

Após a detecção do entorpecente, as quatro foram conduzidas, por uma agente penitenciária, ao um local reservado onde foram retirados os objetos, constatando, assim, que se tratava de maconha. Ao todo quase 200g da droga foram apreendidas com as mulheres.

Já no sábado foram presas Ivana Islene Cardoso Barbosa e Luciane dos Santos Soares quando tentavam levar droga para os respectivos companheiros, os internos Edvan Santos Teixeira, que cumpre pena na Unidade Prisional de Ressocialização (UPR) São Luís 3, e Anderson Cleyton Silva Viana, preso na UPRSL 4.

Para fechar a lista ainda foram flagradas com droga, no domingo, Lucinete Câmara Serra e Itelvina Câmara Serra, respectivamente mãe e tia do interno Ítalo Serra Sousa, de 22 anos. Assim como as demais, elas foram presas em flagrante quando tentavam levar droga para o interno, que também cumpre pena na Unidade Prisional de Ressocialização (UPR) São Luís 4.

Em cada um dos casos as mulheres, assim como a droga, foram levadas à delegacia para serem feitos os procedimentos cabíveis nesses casos. Desde a implantação do bodyscan, em novembro, 20 mulheres já foram flagradas tentando entrar com algo ilícito no Complexo. Deste total, 19 foram com droga e 1 com celular.

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