Segundo dados divulgados pela Secretaria de Estado da Saúde (SES), esta noite de domingo (26), o número de mortes nas últimas 24 horas superaram os do dia anterior. No boletim atualizado estão registrados 13 óbitos. O número de pessoas recuperadas subiu para 463. Os casos confirmados chegaram a 2.410.
No Maranhão atualmente são 59 municípios com pessoas infectadas por Coronavirus.
Aos 83 anos, após longo
período vivendo no Equador e passagem pelo Uruguai, ex-jogador da dupla
Gre-Nal vai morar no Retiro dos Artistas
Manga está vivendo em um hotel em São Paulo até que possa seguir para o Retiro dos ArtistasArquivo Pessoal / Arquivo Pessoal
As glórias de Manga fazem parte do passado. Homenageado com o decreto do Dia do Goleiro
em seu aniversário, comemorado neste domingo (26), Haílton Corrêa de
Arruda chega aos 83 anos de idade dependendo do auxílio de torcedores
dos clubes por onde passou e de fãs do futebol. Nos próximos dias, ele se mudará para uma casa no Retiro dos Artistas, no Rio de Janeiro.
— Me "regalaram uma casita" e me deram uma oportunidade de viver o resto
da minha vida com minha esposa Cecília. O que peço aos clubes que
joguei é uma ajuda econômica. Não milionária, mas apenas para viver
tranquilo no Rio de Janeiro, comprar remédios e comida — contou o
próprio Manga, com seu tradicional portunhol, em entrevista à GaúchaZH.
O portunhol ainda é oriundo de sua
passagem pelo Uruguai, e foi reforçado pelo período em que viveu no
Equador, depois de se aposentar do futebol. Porém, de uns tempos para
cá, teve de refazer os passos de sua carreira. Acometido de uma
inflamação na próstata que o trazia dificuldades até mesmo para andar, o
ex-goleiro foi acolhido pelo Nacional-URU e, em Montevidéu, realizou
uma cirurgia.
— Fiquei quatro
meses no Uruguai. Primeiro, em tratamento e exames médicos. Depois, me
operei. Foi uma operação de 45 minutos. Os médicos eram torcedores do
Nacional e se portaram muito bem com o Manga. Sempre fui uma figura
muito querida pelos clubes que me contratavam — disse ele.
Recuperado,
mas um pouco debilitado e frágil, voltou ao Equador com a esposa até
ser encontrado pelo jornalista Marcelo Gomes, da ESPN. A ideia era
levá-lo para assistir a um jogo do Botafogo, mas o ex-goleiro se
emocionou e revelou que gostaria de morar de novamente no Brasil.
—
Não se pode mais entrar no Equador porque o negócio lá está muito feio.
Não há avião para viajar. Então, decidi ficar no Rio de Janeiro. Espero
que a situação melhore — comentou, referindo-se aos inúmeros casos de
mortes que tornam o Equador um dos países mais afetados pela pandemia no
continente americano.
Contatos
feitos, o ator Stepan Nercessian, botafoguense roxo e presidente do
Retiro dos Artistas, permitiu que Manga fosse o primeiro ex-jogador
acolhido pela casa que, atualmente, abriga 47 pessoas. Desde então, ele
aguarda que reformas sejam feitas no local, hospedado em um hotel, em
São Paulo, com despesas totalmente custeadas. Além disso, está de
quarentena para dar sequência à sua peregrinação.
—
Fiquei muito tempo parado, ainda mais operado. Só peço uma oportunidade
para eu viver o resto de minha vida tranquilo — completa o homenageado.
Manga fez história com a camisa colorada na década de 1970. Agencia RBS / Agencia RBS
O fato aconteceu na tarde de ontem, sábado (25), no Residencial
Cidade Verde, em Paço do Lumiar depois que o homem espancou sua
companheira.
A
motivação do suicídio foi por causa da resistência da mulher em não
querer mais manter o relacionamento com seu companheiro. Por essa
razão, ele a agrediu de manhã e no período da tarde voltou pra casa,
pegou uma corda e se enforcou. O corpo foi levado ao IML para perícias.
O novo ministro assume o lugar de Sérgio Moro, que deixou o cargo na
última sexta-feira, fazendo denúncias graves contra Bolsonaro
Foto: Antônio Cruz/Agência Brasil
De acordo com informações da analista de política da CNN, Basília Rodrigues,
neste domingo (26), o advogado e major da reserva da Polícia Militar do
Distrito Federal (PMDF), Jorge Antônio de Oliveira Francisco, é novo
Ministro da Justiça.
A jornalista recebeu, com exclusividade, a confirmação do
nome do substituto.
O homem identificado como Adeilson Barros, de 30 anos, matou a
ex-companheira e os dois filhos menores, no início da noite desse sábado
(25), na cidade de Palmeirândia, na Baixada Maranhense, a 113 km de São
Luís.
O crime aconteceu por volta das 18h30 no povoado Vila Nova, na zona
rural do município. Adeilson estava separado da esposa, Naize Martins
Chagas, havia seis meses. O relacionamento entre ambos durou cerca de 4
anos.
Os filhos mortos foram identificados como Alan Chagas Barros, de 4 anos, e Fábio Júnior Martins Barros, de 2 anos.
Após a chacina, Adeilson ateou fogo na casa que a ex-companheira estava organizando e para onde ela se mudaria. Ele teria resolvido matar a
mulher e os filhos porque não se conformava com o fim do relacionamento.
Enfurecido, Adeilson, de posse de uma espingarda e uma garruncha, ameaçava as pessoas que tentavam se aproximar do local.
Seis viaturas da PM foram ao local do crime, mas Adeilson não quis se
entregar. Ao entrar em confronto com os policiais, ele foi alvejado e
morreu.
Ambulâncias levaram os corpos para o hospital. O velório das três vítimas será realizado na igreja católica do povoado.
A Secretaria de Estado da Saúde (SES), divulgou neste sábado (25), números da Covid-19 no MA. Os dados atuais são: 2.223 casos confirmados, com 112
óbitos, 307 pessoas recuperadas e ainda com 4.425 casos suspeitos.
O governador Flávio Dino reuniu virtualmente, na manhã deste sábado
(25), gestores de 21 unidades estaduais de saúde que são referência para
o combate ao novo coronavírus (Covid-19) em todo o estado. Na
oportunidade, foram discutidas novas estratégias, principalmente para as
unidades que se encontram nas cidades do interior do estado.
Durante a reunião, os gestores das unidades e da Secretaria de Estado
da Saúde (SES) apresentaram um panorama dos casos em cada região, bem
como a oferta de leitos e profissionais para atender os possíveis novos
casos da doença.
“Neste sábado, na reunião com os dirigentes dos hospitais e UPAs
estaduais de referência para coronavírus, fizemos uma avaliação do
crescimento de casos; da gravidade de muitos pacientes; da luta para
ampliar mais leitos e para conseguir contratar mais profissionais”,
informou o governador Flávio Dino.
O governador mostrou preocupação com o espalhamento da doença no
estado e reforçou a necessidade da atuação conjunta da rede estadual com
as redes municipais, principalmente no que diz respeito à atenção
básica e à porta de entrada do paciente no sistema de saúde.
“Vivemos um momento de muitas dificuldades, temos que ouvir os
gestores, principalmente os de São Luís, porque nesse momento têm uma
experiência que acho útil de ser narrada para todos, uma experiência
concreta de grande valia e que traz aprendizados”, declarou o
governador. Atualmente, a ilha de São Luís possui 90% dos casos
diagnosticados da doença.
Dividindo experiências
A reunião também serviu para que os gestores dividissem as ações
excepcionais que montaram de acordo com a necessidade de suas unidades.
Em Timon, por exemplo, os gestores do Hospital Regional criaram o Espaço
Acalme-se, onde psicólogos atendem os profissionais da unidade que se
encontram na linha de frente do atendimento aos pacientes de
coronavírus.
O
bárbaro crime de feminicídio aconteceu no povoado Mira Norte,
localizado às margens da BR 135, próximo a cidade Presidente Dutra. O
assassinato, conforme levantamento feito pela Polícia Militar, ocorreu
na madrugado de hoje (25), por volta das 3h, contra a vida de Talia
Elias de Carvalho, 25 anos, tendo como suspeito principal seu marido
José Maria de Araújo Filho, de 31 anos.
Após
o incidente criminoso esteve também presente no local membros do
Conselho Tutelar, já que o casal tem dois filhos menores. Na apuração do
fato, na casa do casal, onde o corpo de Talia estava sobre um colchão
com uma perfuração no peito esquerdo, possivelmente efetuada por uma
arma branca (faca), policiais encontraram uma espingarda e diversos
cartuchos.
Todas
as suspeitas recaem realmente para o crime de femínicídio, já que o
suspeito não apresentou um argumento plausível de que ele não estaria
envolvido na morte de sua esposa, mas somente teria afirmado de que ela
teria cometido suicídio, hipótese prontamente descartada. Informações de
terceiros dão conta de que um dos filhos do casal, ainda no local,
teria confessado à polícia que o pai estava envolvido na morte de sua
mãe.
Depois
da suposta confissão do filho, foi dada voz de prisão a José Maria, que
já se encontra recolhido na Delegacia Regional de Presidente Dutra para
a confecção do flagrante. As investigações e todos os atos do
feminicídio ficará a cargo da Polícia Civil, que também esteve no local
fazendo os primeiros procedimentos investigativos.
Flávio Bolsonaro financiou e lucrou com a construção ilegal
de prédios erguidos pelas milícias usando dinheiro público. É o que
mostram documentos sigilosos e dados levantados pelo Ministério Público
do Rio de Janeiro aos quais o Intercept teve acesso. A investigação
preocupa a família Bolsonaro – os advogados do senador já pediram por
nove vezes que o procedimento seja suspenso.
O investimento para as edificações levantadas por três
construtoras foi feito com dinheiro de “rachadinha”, coletado no antigo
gabinete de Flavio Bolsonaro na Assembleia Legislativa do Rio, como
afirmam promotores e investigadores sob a condição de anonimato. O
andamento das investigações que fecham o cerco contra o filho de Jair Bolsonaro
é um dos motivos para que o presidente tenha pressionado o ex-ministro Sergio
Moro pela troca do comando da Polícia Federal no Rio, que também investiga o
caso, e em Brasília.
O inquérito do Ministério Público do Rio, que
apura fatos de organização criminosa, lavagem de dinheiro e peculato
(desvio de dinheiro público) pelo filho de Bolsonaro segue em sigilo. O
Intercept teve acesso à íntegra da investigação. Os investigadores dizem que
chegaram à conclusão com o cruzamento de informações bancárias de 86 pessoas
suspeitas de envolvimento no esquema ilegal, que serviu para irrigar o ramo
imobiliário da milícia. Os dados mostrariam que o hoje senador receberia o
lucro do investimento dos prédios, de acordo com os investigadores, através de
repasses feitos pelo ex-capitão do Bope Adriano da Nóbrega – executado em
fevereiro – e pelo ex-assessor Fabrício Queiroz.
Jornal Nacional revelou troca de
mensagens entre presidente e ministro, na qual Bolsonaro pede
interferência na investigação de deputados aliados. Em outro diálogo,
deputada Carla Zambelli sugere ao ex-ministro aceitar demissão de
diretor da PF em troca de vaga no STF. Ele recusa.
O ex-ministro da Justiça Sergio Moro exibiu nesta sexta-feira (24) à TV Globo uma troca de mensagens entre ele e o presidente Jair Bolsonaro, ocorrida nesta quinta (23), na qual Bolsonaro cobrou mudança no comando da Polícia Federal.
Depois, também em pronunciamento, Bolsonaro afirmou que as declarações de Moro eram infundadas e que ele não havia tentado interferir na Polícia Federal.
Após
o pronunciamento de Bolsonaro, a TV Globo cobrou de Moro provas de que
as declarações tinham fundamento. O ex-ministro mostrou, então, a imagem
de uma troca de mensagens entre ele e o presidente, ocorrida nesta
quinta.
O
contato é identificado por “presidente novíssimo”, indicando ser o
número mais recente de Bolsonaro. A imagem mostra que o presidente
enviou a Moro o link de uma reportagem do site “O Antagonista” segundo a
qual a PF está “na cola” de dez a 12 deputados bolsonaristas.
O presidente, então, escreveu: “Mais um motivo para a troca”, se referindo à mudança na direção da Polícia Federal.
Sergio
Moro respondeu ao presidente explicando que a investigação não tinha
sido pedida pelo então diretor da PF, Maurício Valeixo. Moro enviou a
mensagem: “Esse inquérito é conduzido pelo ministro Alexandre, no STF”,
se referindo ao ministro Alexandre de Moraes.
Moro
prossegue: “Diligências por ele determinadas, quebras por ele
determinadas, buscas por ele determinadas”. E finaliza: “Conversamos em
seguida, às 0900”, referindo-se ao encontro que os dois teriam.
Indicação para o Supremo
O
Jornal Nacional também cobrou de Sergio Moro provas de que ele não
havia condicionado a troca no comando da Polícia Federal à sua indicação
para o Supremo Tribunal Federal, uma acusação feita pelo presidente Bolsonaro no pronunciamento.
O
ex-ministro mostrou ao JN a imagem de uma troca de mensagens com a
deputada federal Carla Zambelli (PSL), aliada de primeira hora de
Bolsonaro. Ela, inclusive, estava nesta sexta ao lado do presidente
durante o pronunciamento.
A deputada Carla Zambelli afirmou que não vai comentar a troca de mensagens.
Na
troca de mensagens, Carla Zambelli diz: “Por favor, ministro, aceite o
Ramage”, numa referência a Alexandre Ramagem, diretor-geral da Agência
Brasileira de Inteligência (Abin). Ramagem é um dos candidatos de Jair
Bolsonaro para a Direção-Geral da Polícia Federal.
Parte
da deputada a proposta para que Sergio Moro aceite a mudança na PF em
troca da nomeação dele para o Supremo Tribunal Federal.
“E vá em setembro pro STF”, enviou a deputada. “Eu me comprometo a ajudar”, acrescentou. “A fazer JB prometer”, completou.
Sergio Moro, então, rechaça a proposta: “Prezada, não estou à venda”.
Carla Zambelli, então, continua a argumentar: “Ministro, por favor, milhões de brasileiros vão se desfazer”.
Em seguida, ela responde à mensagem de Moro de que não estaria à venda. “Eu sei”, diz. “Por Deus, eu sei”, acrescenta.
“Se existe alguém que não está à verba é o senhor”. A palavra “verba”, neste caso, parece ser “venda”, com erro de digitação.
Moro
finaliza a conversa dizendo: “Vamos aguardar, já há pessoas conversando
lá”. Segundo o ex-ministro, era uma referência à tentativa de aliados
de convencer o presidente a mudar de ideia.