
O abastecimento de água continua sendo um dos maiores desafios da infraestrutura pública no Maranhão. Embora o governo Carlos Brandão tenha promovido avanços expressivos no saneamento básico em diversas cidades e em bairros da capital, ainda é necessário mais investimentos na instalação e ampliação de sistemas de abastecimento de água e recolhimento e tratamento do esgoto domiciliar.
Nesse contexto, na semana em que a Companhia de Saneamento Ambiental do Maranhão (Caema) celebra 60 anos de atividades foi marcada por uma notícia de grande relevância. Durante pronunciamento na Tribuna da Câmara dos Deputados, o deputado federal Hildo Rocha (MDB) anunciou a viabilização de novos recursos destinados à ampliação e ao fortalecimento dos sistemas de abastecimento de água administrados pela CAEMA.
R$ 76 milhões para Tutóia e São Luís

Os recursos já estão assegurados, estando na fase de licitação, passo fundamental para o início da execução do projeto. Hildo Rocha também informou a destinação de 57 milhões de Reais que serão investidos em obras de reforço do abastecimento nos bairros do Sistema Sacavém, em São Luís.
“Conseguimos viabilizar R$ 57 milhões, por meio do Ministério das Cidades, agora no governo do presidente Lula, para resolver o problema do abastecimento de água em bairros importantes de São Luís. São investimentos que vão beneficiar milhares de famílias e reforçam o compromisso de levar água de qualidade para quem mais precisa”, afirmou Hildo Rocha.
Os investimentos anunciados pelo parlamentar somam-se aos recursos já aplicados pelo Governo do Maranhão na expansão e modernização dos sistemas de abastecimento da capital. Ao longo da gestão de Carlos Brandão, diversas obras estruturantes foram executadas com o objetivo de reduzir um déficit que compromete o acesso da população à água tratada.

A atuação de Hildo Rocha na articulação dos recursos federais, aliada aos investimentos executados pelo governo estadual, demonstra que a soma de esforços produz resultados mais consistentes do que disputas políticas estéreis. Afinal, a população pouco se interessa pela origem dos recursos; o que realmente importa é que a água chegue às torneiras com regularidade e qualidade.
Embora a conclusão das obras ainda dependa do andamento das licitações e da execução dos projetos, os investimentos representam um avanço significativo para enfrentar um dos problemas mais antigos da infraestrutura maranhense.
O acesso universal à água tratada não deve ser encarado como promessa de governo, mas como um direito fundamental da população e uma obrigação permanente do poder público. Quando diferentes esferas de governo atuam em sintonia, quem realmente vence é a sociedade.

























